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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Futebol brasileiro e sua decadência

Estamos num ano de extrema importância para o futebol brasileiro. A nossa seleção carrega a responsabilidade de mostrar sua força e encantar o mundo com resultados positivos, porém temos consciência de que há muitas equipes mais preparadas para a disputa da Copa do Mundo. 

Uma amostra de que as coisas não estão dando muito certo é o grande número de transferências de jogadores brasileiros da Europa para cá. Nos últimos anos, podemos citar Liedson, Deco, Luis Fabiano, Ronaldinho Gaucho, o próprio Adriano e muitos outros. A grande joia lançada nas categorias de base, que é o Neymar, vai continuar desfilando nos gramados brasileiros por um bom tempo, mas o vejo com longa jornada pela frente para brilhar em terras europeias. O garoto Lucas, também uma revelação, está um pouco atrás do craque santista, até porque faltam títulos no seu currículo, mas mesmo assim já foi procurado por um grande clube europeu, a Inter de Milão. A tendência dos nossos clubes é tentar valorizar os grandes jogadores ao máximo possível para na hora H lucrarem com grandes transações. O problema é que lá do "Primeiro Mundo", eles podem analisar nosso futebol, com milhares de câmeras, vídeos, VTS, etc. E obviamente não são loucos de desprezarem os talentos brasileiros, pois conhecem nossa história altamente vitoriosa e que chegou até a ser o centro do mundo. Hoje, infelizmente, muita coisa mudou. 

A Copa do Mundo de 2014 no Brasil se tornou um atrativo para aqueles que jogam na Europa. A chance deles, jogando aqui, serem convocados para a seleção de Mano é grande apesar de alguns treinadores, como Dunga, terem a "fantástica" ideia de olharem só para lá e esquecerem do que está mais perto de seus olhos. Um erro por falta de cabeça aberta, conhecemos o jeitão Dunga, e sua atitude não foi nenhuma novidade.

Mano, que observou atentamente o trabalho do último técnico, pensou "não, não... Temos que fazer uma mescla de ambos" Concordo com a mescla, mas isso exige paciência sem fim dos torcedores, o que é demais para nós, já estufados de eliminações precoces. Analisando seu trabalho desde o começo, consigo ver uma evolução. Sua cabeça, obviamente, é mais aberta que a de Dunga. Não lembro de algum grande jogador que tenha sido deixado de lado em alguma convocação. Sua principal meta é dar continuidade ao trabalho, com novas tentativas e mudanças, pois tempo para isso há. 

É válido fazer experiências, desde que elas tenham constância. Não adianta nada excluir Hernanes da lista de convocados só porque ele foi expulso de um amistoso contra a França. O essencial é ter cabeça aberta, sem preconceitos, e buscar o time ideal que possa elevar o nível do nosso futebol.

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