Desde 1969, o Campeonato Paulista não tinha um tricampeão. Podemos dizer que, depois da vitória convincente contra o Guarani, por 3 a 0, o Santos dá um grande passo para ser tricampeão paulista, pela 3 ª vez (60-61-62 e 67-68-69).
É difícil achar qualquer erro num time bicampeão paulista, atual campeão da Libertadores, cria de Neymar e Ganso. O melhor time do Brasil, atualmente, não dá chances para os críticos, tornando a repulsa da torcida adversária cada vez maior.
Ontem, no Morumbi, o Santos deitou e rolou, como de costume. O Guarani, time guerreiro, comandado por Vadão, sucumbiu ao talento dos Meninos da Vila. Nem o xerifão da zaga Domingos pôde estragar a festa da torcida praiana, que já comemora o título, pois sabe o tamanho da impossibilidade de o título escapar da Vila Belmiro.
Se formos relembrar a campanha santista, nos últimos anos, somente em mata-mata, vamos destacar apenas um fracasso: o 4 a 0, sofrido contra o Barcelona, melhor time do mundo. Deve-se frisar, porém, que não é impossível derrotar o Santos, longe disso. O Bolívar usou a altitude, como fator favorável, e conseguiu barrar a força do time santista. O The Strongest, jogando na Bolívia, também venceu. Então, a pergunta que se faz é: "Por que essa hegemonia santista não termina nunca?"
Se vai terminar tão rápido, eu não sei, mas enquanto Neymar e Ganso continuarem desfilando pelos gramados brasileiros, a torcida santista pode comemorar um novo e longo reinado.
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