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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

De novo deu Messi

Messi não se cansa desse prêmio (Foto: AFP)
Sem precisar pensar muito, a FIFA elegeu Lionel Messi como o melhor jogador do mundo pela terceira vez. Com mais esse prêmio recebido, o argentino se iguala a Ronaldo (96, 97 e 2002) e Zidane (98, 2000 e 2003), porém com um detalhe: só ele conseguiu o feito por três anos seguidos (2009, 2010 e 2011). 

Além de todas essas conquistas pessoais, Messi teve o privilégio de receber o prêmio das mãos do fenômeno Ronaldo. O difícil para muitos jogadores nessas horas é compartilhar o prêmio com os companheiros de time, os amigos e a família, mas isso não foi problema para ele, que agradeceu a todos. "É um grande prazer para mim, o terceiro que consigo. É uma honra imensa. Quero compartilhar com as pessoas que me ajudaram, companheiros, técnico, tanto do Barcelona como da seleção. Também quero compartilhar com Xavi, é a quarta vez que estamos juntos nessa eleição. É um prazer jogar com você.", afirmou o argentino, que faz história com a camisa do Barcelona e promete também ser mais reconhecido com a camisa de seu país natal.



Não temos muito o que discutir quando o assunto é Messi. As imagens do que o jogador faz dentro de campo falam por si só, mas é importante ressaltar que há ao seu lado craques como Xavi, Iniesta, David Villa e Pedro que devem receber, vamos dizer assim, 30 % do prêmio, pois sem os lançamentos de Xavi, as arrancadas de Pedro, os passes milimétricos de Iniesta, ficaria mais difícil chegar ao topo do mundo. Quem joga no Barcelona já está dois passos a frente de quem joga, por exemplo, no Brasil. Daí o fato de Neymar não ficar entre os três melhores já que o futebol brasileiro não está no centro do planeta, como aconteceu na época de Pelé e Garrincha.

Neymar ganhou, merecidamente, o prêmio do gol mais bonito do ano. Foi aquele que ninguém esquece, contra o Flamengo na Vila Belmiro. O craque santista driblou dois jogadores na ponta esquerda, veio correndo para o centro, tabelou com Borges, e aí veio a genialidade. Tocou com um pé esquerdo, deu a volta no jogador do Flamengo, e quando recebeu com o outro pé já era tarde para qualquer defesa, a bola  estava lá dentro. Um gol raríssimo e que vai ficar, sem dúvida, marcado na história do futebol mundial.



Marta não teve a mesma sorte de Neymar e perdeu o prêmio de melhor jogadora do mundo para a japonesa Homar Sawa que na minha visão foi uma tática da FIFA e da France Football para darem mostras de que valorizam o futebol japonês. Se fôssemos analisar a atitude de ambas entidades, o prêmio do ano passado não deveria ser entregue a Messi, que não jogou um grande futebol na Copa do Mundo, mas somente no Barcelona. São contradições difíceis de se entender, fortemente relacionadas a política.

Dois mil e doze será o ano da quarta conquista de Messi? Ou teremos surpresas? Só o tempo dirá.

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